“Right to Lynwood” – Documentário

“Right to Wynwood is an investigative documentary that explores the causes and effects of gentrification in Wynwood. Through interviews with developers, gallerists, artists, community leaders, and members of the local Puerto Rican population, we seek to tell the story of how Wynwood went from Miami’s oldest Puerto Rican community to its largest art district, and what that means for the future of the neighborhood.”

 

 

Anúncios

Debate da Mídia Alternativa com candidatos à Prefeitura de Porto Alegre

midia_alternativa

Nos últimos meses, mídias alternativas e comunitárias de Porto Alegre vem organizando um debate entre os candidatos à Prefeitura.

Estão confirmados João Rodrigues (PMN), Júlio Flores (PSTU), Luciana Genro (PSOL) e Raul Pont (PT).
Lembramos que todos os candidatos foram convidados, alguns alegaram agenda para a mesma data e outros não deram retorno.

Nosso debate terá transmissão online e será pautado por movimentos populares da cidade e o formato será diferente do convencional, com mais conversa entre os debatedores e maior tempo para os temas.

Movimentos sociais participantes: MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, Boca de Rua/Mov. Nacional da População de Rua, Agapan.InclusivassNuances – Grupo Pela Livre Expressão SexualFrente Quilombola RS

Mediação: Alexandre Haubrich e Gabrielle de Paula.

Organizadores:
Jornalismo B
Nonada – Jornalismo Travessia
Anú – Laboratório de Jornalismo Social
Jornal Boca de Rua/ONG Alice
A Voz Do Morro
TV Restinga
Coletivo Catarse

Apoio:
Sintrajufe
Núcleo de Comunicação Comunitária UFRGS

Encontro com candidatos à Prefeitura de Porto Alegre (Jornal do Comércio-RS)

Fonte: Jornal do Comércio-RS

Esquerda debate demandas populares

 Encontro entre candidatos A Cidade que Queremos.

Encontro entre candidatos A Cidade que Queremos.

CASSIANA MARTINS/JC

Marcus Meneghetti
Quatro candidatos à prefeitura de Porto Alegre – Luciana Genro (PSOL), Raul Pont (PT), Julio Flores (PSTU) e João Carlos Rodrigues (PMN) – assinaram a carta-compromisso formulada pelo coletivo A Cidade Que Queremos durante debate, na noite de quarta-feira, no Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e de Fundações Estaduais do Rio Grande do Sul (Semapi).
Ao subscreverem o documento do coletivo – formado por 21 entidades da sociedade civil, sindicatos e movimentos sociais -, os concorrentes ao Paço Municipal se comprometeram, por exemplo, com propostas para o meio ambiente, habitação e gestão democrática da cidade. Esses temas foram predominantes nas perguntas da plateia.
Tanto o petista quanto a candidata do PSOL falaram das suas sugestões para incentivar a população a participar ativamente das suas gestões, em um possível governo. Pont defendeu a revitalização do Orçamento Participativo (OP) e dos conselhos municipais, que, segundo ele, “hoje estão burocratizados e desvirtuados do seu objetivo”.
Pont também criticou a política de reassentamento das famílias afetadas pelas obras da Copa, especialmente as da avenida Tronco. “A indenização que a prefeitura deu para as pessoas naquela região era insuficiente para comprar um imóvel. Isso é transferir o problema, porque os que saíram de lá foram para outra ocupação, porque não tem condições de comprar uma casa”, ponderou.
Quanto à gestão democrática, Luciana propôs uma plataforma de participação popular baseada na experiência de Madri. “Lá, eles criaram uma plataforma na internet, onde qualquer cidadão pode apresentar um proposta. Se tiver no mínimo 2% do apoio do eleitorado, o governo faz um plebiscito e, se passar, apresenta ao Legislativo na forma de projeto”, explicou.
Ao responder a pergunta de um catador, que reclamou da proibição das carroças e carrinhos na cidade, ela criticou o programa de reciclagem de resíduos sólidos da prefeitura. Segundo a candidata, no ano passado, a prefeitura gastou R$ 1,3 milhão com uma empresa de consultoria de gestão, R$ 245 mil em indenizações para os carroceiros e carrinheiros, e apenas R$ 18 mil na qualificação profissional desses profissionais.
Julio Flores chegou quase uma hora atrasado e também criticou a gestão atual e a retirada das famílias das margens da avenida Tronco e da Vila Dique. João Carlos Rodrigues concordou com a maioria dos itens da carta-compromisso e que privatizações não eram a solução para os problemas da cidade.

Ministério Público de Contas determinou suspensão de intervenções no Cais Mauá

Fonte: Minha Porto Alegre.

caisNOVIDADE NO CAIS// Finalmente a verdade está aparecendo! o Ministério Público de Contas determinou que a SPH suspenda qualquer intervenção no Cais, até que sejam esclarecidas as questões sobre índices construtivos, estruturação financeira e proposta de tombamento do A7. Queremos que o Cais seja revitalizado e aberto, mas não com esse Consórcio que é cheio de irregularidades.

 

Vamos botar fogo na pressão do Cais Mauá de Todos. Só faltam 5 deputados: rumo a uma nova licitação. Acesse a Panela de Pressão: Pressione!

_________

Acesse o documento completo aqui.